XV retoma os treinos a 28 dias da estreia
Após praticamente 15 dias de folga, os jogadores do XV de Jaú retornam ao batente amanhã à tarde. Está marcada para as 8h30 a reapresentação do elenco que se prepara para a disputa da Série A-3 do Paulista. Serão 28 dias de treinos sem interrupções até a estreia, marcada para o dia 1º de fevereiro, em Itapira, diante do Itapirense, às 10h. Estarão no Jauzão amanhã os jogadores contratados (reforços), juniores do XV, e atletas em testes (avaliação). Todos vão intensificar os treinos sob o comando do técnico Wilson Mano, que já programou um trabalho mais intenso na parte física para recuperar eventuais abusos por causa do Natal e a virada do ano. O elenco irá conversar com Mano e será entregue ao preparador físico Maurício Floret Matar para o primeiro treino de academia. Ele promete ter em mãos todo o cronograma de trabalho até o dia da estreia. "Estamos providenciando essa programação que terá treinos físicos e com bola, em dois períodos, até entrar na semana do primeiro jogo", falou Matar. Na reapresentação de amanhã, além dos atletas juniores do XV e jogadores em testes, vão se reapresentar os contratados Yuri e Ivan (goleiros), Marcelinho, Edinho, Marquinhos e Jorginho (laterais), Vinícius, Carvalho (Polaco), Gustavo e Elton (zagueiros), Fernando Amaral, Valmir e Tobias (volantes), Diego Paulista, Rui Rei e Cristian (meia-atacantes), Fumaça, Ricardo Soares e Marcão (atacantes). "O elenco vai se reapresentar e vamos reiniciar o trabalho. Não haverá mais folga. Os treinos vão ser, inclusive, no fim de semana. Também estamos tentando acertar pelo menos três jogos-treinos diante de equipes profissionais. Depois da reapresentação, o objetivo é trabalhar o máximo possível para deixar o time pronto para a estreia em Itapira", falou o técnico Wilson Mano.
Jogo contra profissionais
Para os amistosos do XV no início deste ano os adversários poderão ser Ferroviária (A-2), Noroeste (A-1) e Mirassol (A-1). A comissão técnica chegou a informar que o XV jogaria contra o Linense no dia 14, mas esse jogo ainda não está confirmado. A previsão do treinador do XV é atuar sempre fora de casa nessa fase de preparação - na casa dos adversários ou em campos de cidades da região. De acordo com os diretores do XV, o gramado do Estádio Zezinho Magalhães, precisa ser poupado porque passa por um trabalho de recuperação - talvez seja liberado após o dia 15 para treinos coletivos e amistosos. Não está descartada pelos dirigentes do Galo realizar um amistoso contra um dos grandes clubes da capital e que se preparam para a disputa do Campeonato Paulista da Série A-1. Os contatos estariam sendo feitos pelo presidente do XV, José Antonio Construtor de Oliveira. (PCG)

Dida e Mauricio, da comissão técnica do XV, com jogadores antes das férias: trabalho recomeça em academia
Escrito por Paulo César Grange (PC) às 23h09
[]
[envie esta mensagem]
Futuro do XV está no trabalho de Níveo

Mariníveo Caetano, o Níveo, é mais um ex-jogador do XV de Jaú a ser incorporado à comissão técnica pelo presidente José Antonio Construtor de Oliveira. Ele faz parte do grupo de homens de confiança do dirigente eleito no dia 15 de novembro. Será auxiliar do técnico Wilson Mano, posição que divide com Márcio Griggio. Outros dois "notáveis" que cuidam dos destinos do Galo estão na diretoria de futebol, Carlos Alberto Dario de Oliveira, o Alfinete, e Fiodermundo Marolla Júnior. Até mesmo o treinador de goleiros do XV, Jean Carlos Garcia, o Dida, foi ex-jogador do clube (1999 a 2001). Níveo, 48 anos, é natural de Santos (SP). Caberá a ele comandar a reestruturação do time júnior do XV de Jaú, o Galinho, que estava praticamente abandonado, mesmo tendo sido campeão estadual em 2005. Níveo vai coordenar ainda as divisões de base e a escolinha do clube. Sem esquecer a tarefa de ser assistente do treinador durante o Paulista da Série A-3. A confirmação do ex-meia do XV na comissão técnica quinzista ocorreu na segunda-feira, dias depois do encerramento do Campeonato Estadual de Futebol, organizado pelo governo do Estado - Níveo foi o técnico do XV e levou a equipe sub-17 (juvenil) à fase final, em Americana. Na fase regional (região de Bauru), o XV foi o campeão, ao ganhar de Getulina por 4 a 2. O técnico Níveo lamentou a ausência de vários jogadores por motivos escolares. "Jogamos desfalcados", disse ele, destacando a conquista regional obtida diante de equipes da região de Bauru. Níveo assumiu o time juvenil do XV durante o Campeonato Paulista Sub-17. "Tive de recomeçar um trabalho e essa tarefa a gente não faz de um dia para o outro. Temos de fazer um trabalho a médio e longo prazo, para, no futuro, podermos contar com um bom elenco e revelar jogadores para a equipe principal." A meta de Níveo é formar um bom time júnior para disputar o Paulista Sub-20 ou a Copa Paulista no segundo semestre. Mas ele sonha mesmo é incluir o XV na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2010 - a deste ano começou ontem, com 88 clubes, muitos deles sem tradição. Hoje, a escolinha de futebol está sendo comandada pelo professor João Conessa. A categoria infantil está sem treinador. A juvenil ficou "õrfã" com a ida de Níveo para o Galinho. "Vamos pensar com calma e trazer as pessoas certas para comandar essas categorias", prometeu.
Carreira
Níveo começou a jogar no XV em 1978, ficando por vá-rios anos - chegou a ser emprestado e retornou várias vezes ao clube. Sua última passagem pelo XV foi em 1993. Encerrou a carreira como profissional no Marília, em 1998. Níveo fez carreira como atleta em Jaú e escolheu a cidade para constituir família. Casou-se com jauense, tem duas filhas e um neto. Ele já se considera um cidadão jauense, mesmo sem nunca ter recebido tal honraria dos vereadores. O ex-jogador garante que teve uma vida de alegrias no Galo. Fala de cabeça erguida e com orgulho de ter jogado em uma equipe de juniores que fez história. Foram companheiros seu Cidinho, Roberto Biônico, Aroninho, Luiz Carlos, Alfinete, Bermuda (Bermudinha, da Javep), Pedrinho, Paulinho, Jader, Mello, Ricardo Vermelho e outros. "Realmente esse elenco de júnior é de dar saudade mesmo. E eu tive o prazer de jogar com esses craques", comentou Níveo. Na opinião dele, o XV tem de pensar e voltar a revelar jogadores para poder sobreviver no atual cenário do futebol. "Não tem como viver só de contratações. Temos de trabalhar forte nas categorias de base, revelando atletas e dando suporte ao elenco profissional."

Categoria de base é por conta dele
Comércio - Você foi o último a ser incorporado à comissão técnica do XV, mas recebeu o convite desde o início, correto? Mariníveo Caetano - Recebi sim, mas primeiro queria concluir meu trabalho na categoria juvenil, que estava disputando uma competição estadual e na fase final. Agora estou liberado. Aceitei o convite e quero ajudar o Mano na equipe profissional, mas pensando em um trabalho de reestruturação das equipes de base.
Comércio - Você conhece bem a categoria júnior, afinal quando chegou ao XV jogou nela antes de ser profissional. Níveo - Conheço e bem. Vim de Santos para Jaú para uma avaliação na categoria júnior. O professor Cilinho viu que eu tinha qualidade e, graças a Deus, acabei ficando no XV. Na época, o XV tinha um time júnior invejável mesmo. Era um celeiro de craques e todos serviram ao elenco profissional por muitos anos.
Comércio - Além do XV, por onde mais você jogou? Níveo - Ah, joguei, hein! Destaco Ponte Preta, Botafogo de Ribeirão, Internacional de Limeira, Catanduvense, Ituano, Taquaritinga, São Carlense, CRB e CSA/AL.
Comércio - Por que encerrou a carreira em 1998? Níveo - Bom, eu não parei, quem me parou na ocasião foi o Ely Bíscaro, ex-presidente do Marília. Eu estava jogando lá e ele assumiu a presidência. Proibiu tudo no clube, até mesmo a entrada da imprensa. Então, ficou difícil. Fiquei um pouco descontente e encerrei a carreira de jogador. Agora, a gente bate uma bolinha entre amigos. Minha carreira de jogador teve cerca de 20 anos.
Comércio - E a carreira de treinador, quando começou? Níveo - Na verdade comecei a carreira de treinador exercendo a função no futebol japonês. Fiquei oito anos como treinador no Japão. Em Jaú, comandei escolinha de futebol, além de auxiliar alguns treinadores. Então, tenho uma certa experiência.
Comércio - E as conquistas? Níveo - Posso falar que, como jogador profissional, consegui cinco acessos para a primeira divisão do Campeonato Paulista nos clubes por onde passei. Fiz boas campanhas no Campeonato Brasileiro jogando por Ponte Preta, XV de Jaú, CSA/AL e Grêmio Maringá/PR. Em 1983, na Ponte Preta, a equipe campineira ficou entre os oito melhores do Brasileirão.
Comércio - Sempre foi meio-campista? Níveo - Comecei no XV no meio-de-campo, mas minha função, na verdade, era de meia-atacante.
Comércio - E o que dizer daquele bordão da torcida do XV, que falava "põe o Níveo", "tira o Níveo". O que você tem a dizer? Níveo - Os torcedores eram apaixonados pelo XV e sempre tinha aqueles que falavam "tira o Níveo", mas eles mesmos falavam "põe o Níveo". Era gostoso. O time era bom e dava muitas alegrias à torcida. Aquilo fazia parte e acho que era um atrativo que ficou marcado na memória dos torcedores jauenses. Eu levava na brincadeira, pois sabia que nas arquibancadas só tinha amigos de verdade.
Comércio - Além do futebol, qual atividade que você mais gosta? Níveo - É curtir os amigos e em especial minha família, minha esposa, minhas duas filhas e não pode faltar meu netinho, Yago.
Comércio - Qual seu time do coração? Níveo - Sem nenhuma dúvida, realmente é o XV. É lógico.
Comércio - Quais foram seus melhores treinadores? Níveo - Tive a felicidade de trabalhar sempre com ótimos treinadores, mas não posso esquecer dos professores Cilinho e Roberval Davino. Aprendi tudo e um pouco mais com eles.
Comércio - Hoje, qual seria o técnico ideal para a Seleção Brasileira? Níveo - O mais preparado é o Muricy Ramalho. Ele fala como a gente, diz a gíria do futebol. Ele fala a língua do jogador.
Comércio - Como você sempre atuou como meia-atacante, qual seria o melhor jogador do setor no momento? Níveo - Na atualidade destaco o Douglas, do Corinthians; o Lúcio Flávio, do Botafogo; e o Kaká.
Comércio - Falando em XV de Jaú para 2009. O que achou dos treinos/amistosos? Níveo - Vi os dois coletivos em Bariri e Barra Bonita. É muito pouco tempo para a gente analisar. Temos de dar tempo ao tempo. Agora, na reapresentação, segunda-feira, vamos fazer mais coletivos e aí sim, realizar jogos amistosos e não treino. Fazendo alguns jogos-treinos contra times profissionais a gente terá uma base da equipe e analisar se será necessário mais alguma contratação.
Comércio - Como está a expectativa? Níveo - É bom lembrar que foram apenas coletivos, ou seja, trabalhos com bola, porque até então os treinos eram apenas físicos. Resumindo: foram apenas duas semanas de treinos e uma delas só a parte física. Os jogadores trabalharam apenas uma semana com bola. Estamos acreditando e confiantes e esperamos contar, como sempre, com o apoio dos verdadeiros torcedores jauenses.
Comércio - O que pedir para a torcida numa hora dessas? Qual seu recado? Níveo - Precisamos de muita união entre torcedores, diretores, empresários, jogadores e imprensa. O XV é de Jaú, é de todos nós. O recado é para ter muita tranquilidade, confiança e sempre acreditar. Pensar positivamente. (PCG e José Roberto Soares)
Escrito por Paulo César Grange (PC) às 23h03
[]
[envie esta mensagem]
Só Votoraty está sem técnico para a A-3, que começa dia 31
Levantamento realizado pelo site de notícias www.futebolinterior.com.br aponta que apenas um clube ainda não definiu seu treinador para o Campeonato Paulista da Série A-3. Trata-se do Votoraty, que em dezembro chegou a cogitar desistir da competição. Todos os outros 19 clubes têm suas comissões técnicas prontas. O presidente do clube, Ricardo Maffei, espera ter seu treinador definido até segunda-feira. Diversas reuniões foram realizadas no fim do ano para definir técnico e elenco. O time fechou o ano com apenas seis jogadores com vínculos contratuais, mas todos deveriam ser emprestados. A estreia do Votoraty na Série A-3 será no dia 31 de janeiro, às 11h, contra o Força, fora de casa. O XV de Jaú é um dos clubes com nomes mais ilustres na comissão técnica. O treinador é Wilson Mano, zagueiro/volante revelado no XV de Jaú e que fez carreira de sucesso do Corinthians. Seus auxiliares são Níveo Caetano e Maurício Griggio, ex-jogadores do clube. Ao lado deles, na diretoria de futebol, estão dois ex-craques: Alfinete (lateral-direito que jogou em clubes como Corinthians, Fluminense, Grêmio...) e Marolla (goleiro que passou pelo Santos e Seleção Brasileira). Mas tem gente conhecida de Jaú no comando de clubes da Série A-3. O ex-jogador Felício Cunha, que já treinou o Galo, está no São Carlos. No Força, o ex-zagueiro Carlos Capone, que também passou pelo XV na época na Think Sports, mas foi embora antes da estreia. O Olímpia terá como treinador José Carlos Fescina, um dos nomes citados como possíveis para comandar o XV de Jaú caso o presidente do clube não fosse José Antonio Construtor de Oliveira. Na Francana, o técnico será Edson Boaro, o Abobrão, ex-jogador da Ponte Preta e do Corinthians. Ele foi convidado a dirigir o clube, que agora tem como diretor de futebol Juninho Fonseca, ex-zagueiro do Corinthians e que até recentemente esteve comandando as divisões de base do XV de Jaú. O Votoraty quase ficou de fora da Série A-3 por falta de dinheiro. Em compensação, os quatro que subira
Escrito por Paulo César Grange (PC) às 22h59
[]
[envie esta mensagem]
Genival Griffo é o melhor de Jaú na São Silvestre: 75º lugar
corredor Genival Griffo, 29 anos, foi o melhor atleta da equipe de Jaú na Corrida Internacional de São Silvestre, realizada na quarta-feira. Ele ficou em 75º lugar, com o tempo de 50min22. O atleta é de Bocaina, mas como diz não ter apoio daquela cidade, decidiu correr por Jaú e foi selecionado para fazer parte da equipe oficial da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação. Griffo é metalúrgico e tem apoio da Drogaria Renata, de sua cidade natal. Na São Silvestre, ele chegou a correr lado a lado com o Vanderlei Cordeiro de Lima, atleta brasileiro homenageado pela organização na sua despedida como profissional - Lima foi medalha de bronze em maratona olímpica e bicampeão panamericano. Como Vanderlei só queria fazer festa, Griffo apertou o pé e foi embora, abrindo quase dois minutos da "estrela" do atletismo brasileiro. A meta de Griffo era ficar entre os 30 primeiros colocados, desde que saísse no pelotão de elite. Outro destaque da equipe de Jaú, José Roberto Pereira de Jesus, o Beto, completou a prova duas posições à frente de Vanderlei Cordeiro de Lima, portanto, ficou em 107º lugar - na edição de ontem, o Comércio publicou 50º lugar, com base em informação da Agência Estado, que dava a Vanderlei o 52º lugar. Na verdade, Vanderlei correu em 52min11. Beto de Jesus, de Jaú, chegou um segundo à frente, apesar de seu nome não constar na listagem oficial dos resultados no site www.saosilvestre.com.br. No feminino, a única jauense na prova foi Lúcia Alves da Silva Gomes, que percorreu a prova em 1h12min43, ficando em 137º entre as mulheres. Dos demais atletas da equipe oficial da Secretaria de Esportes de Jaú, o melhor foi José Pedro de Souza, 48 anos, que obteve o 724º lugar. Dorival Donizete Canossa, técnico e corredor, não teve seu nome na lista de resultados. Pela equipe Caiçara Clube/Corredores Jauenses Unidos, o melhor resultado foi de Roberto Sangerotti, que fez a prova em 1h18min16 (tempo líquido, quando se desconsidera o tempo gasto do sinal de largada até cruzar a marca que, oficialmente, marca o início da prova). Betão foi o 3.748º colocado entre os quase 18 mil atletas inscritos no masculino. Evandro Fernandes, o Cebola, ficou em 4.588º lugar, com o tempo de 1h21min25. Paulo Henrique Buscariollo completou o percurso em 1h28min46, obtendo a colocação de número 6.836º. O grupo Corredores Jauenses participa com o intuito de completar a prova.

O jauense Beto de Jesus (à esq.) correu ao lado de Vanderlei Lima
Escrito por Paulo César Grange (PC) às 22h54
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|
|