Mano vê lado positivo mesmo com “tropeço” do XV na região
O XV de Jaú perdeu em Bariri para a seleção local e só empatou com o Botafogo em Barra Bonita nos jogos-treino do fim de semana. Mesmo com esses "tropeços", o treinador Wilson Mano considerou proveitosa a oportunidade de colocar em campo os atletas que vão defender o clube na Série A-3 de 2009. Para ele, não foram jogos de verdade, mas meros coletivos, nos quais a parte física teve mais importância. "Não importava ganhar de cinco, perder de um, dois ou três. O que importava era dar seqüência na parte física do trabalho. Foi um trabalho direcionado especialmente para a parte física." O XV perdeu por 2 a 1 em Bariri e ficou no 1 a 1 diante dos barra-bonitenses. "Na verdade foram dois coletivos. Contamos com todos os jogadores que estão no elenco e montamos dois times, cada um jogando um tempo nas duas partidas. Resumindo: foi um complemento do trabalho. O teste foi válido e tiramos muito proveito. Como já falei, nesses coletivos o resultado não é o relevante para a gente, mas sim analisar o potencial de cada atleta", disse Mano. Para o treinador, jogos contra amadores dão para tirar proveito sim, mas não se deve levar em conta o resultado. "O atleta não vai ter o rendimento total, porque o adversário não proporciona isso. Tem ainda as condições de chuva, de trabalho... mas está tudo dentro do programado." Em relação aos amistosos contra clubes profissionais, o treinador disse que quer jogar três ou quatro vezes em janeiro. Um deles está previsto para o dia 14, em Lins, às 17h, contra o CA Linense (Série A-2). "Estamos também acertando com dirigentes da Ferroviária (A-2), Mirassol (A-1) e Noroeste (A-1). Um desses, provavelmente, para a primeira semana de janeiro", falou Mano.
Trabalho agora só dia 4
Os jogadores entraram em folga depois do jogo em Barra Bonita e só voltam a ter compromisso com o XV no dia 4 de janeiro, às 15h30. A reapresentação foi antecipada em um dia - antes estava prevista para o dia 5. "Foi passada uma programação para fazer um trabalho à parte na casa deles. Agora, é claro, vai depender da consciência de cada atleta", disse Mano, sobre as duas semanas sem treinamento. Na sexta-feira, o coletivo foi realizado no Estádio Municipal Farid Jorge Resegue (Faridão), em Bariri, e fez parte da festa de inauguração dos refletores. O jogo terminou com vitória de Bariri por 2 a 1, com o atacante Bruno marcando o gol do Galo. Com 18 anos, natural de São Paulo, ele passa por um período de teste no Jauzão. Do lado baririense, o destaque foi o atacante Asprilla, ex-XV de Jaú. Na manhã de domingo, o XV entrou em campo em Barra Bonita, no Estádio Municipal Vicente Zenaro Manin. Enfrentou o Clube Atlético Botafogo e ficou no 1 a 1. Desta vez, o gol do Galo foi do volante Fernando Amaral. Nesses dois amistosos foram formados dois times. Um deles com Yuri; Edinho, Polaco, Vinícius e Jorginho; Tobias, Fernando Amaral, Diego e Cristian; Fumaça e Ricardo Soares. A outra formação teve Ivan; Marcelinho, Elton, (Gustavo) Wagner e Leonardo; Valmir, Marcelo Ramos, Jean e Rui Rei; Bruno e Angelo Filho. De acordo com Wilson Mano, o elenco ainda precisa de um goleiro, um meio-campista e um atacante. Enquanto isso, a diretoria segue com a reforma no clube, agora no vestiário e no gramado.
Escrito por Paulo César Grange (PC) às 09h33
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Diretor no XV, Marolla sonha ser técnico profissional
Fiodermundo Marolla Júnior, 47 anos, natural de Jaú, orgulha-se de ter sido goleiro titular do XV quando era um adolescente. Com 16 anos de idade, em 1978, ele já vergava a camisa verde e amarela do Galo. Essa precocidade na carreira comprovou que Marolla era um goleiro fora de série. Fez sucesso no Santos FC, defendeu a seleção brasileira de novos e jogou pelo Atlético-PR. Hoje, integra a diretoria de futebol do XV, dividindo com Alfinete a tarefa de remontar um time para a disputa da Série A-3. Seu trabalho praticamente começou do zero na contratação de jogadores que vão estrear com a camisa do XV de Jaú em 1º de fevereiro. Marolla é mais um dos “notáveis” da comissão técnica do XV de Jaú, formada pelo presidente eleito em 15 de novembro, José Antonio Construtor de Oliveira. Marolla e Alfinete são diretores de futebol. No trabalho de campo estão Wilson Mano, Márcio Griggio e Níveo (este a confirmar ainda). Marolla começou muito cedo sua carreira. Desde garoto sempre foi apaixonado pelo futebol. Gostava de jogar no gol, posição que até hoje não recebe o devido respeito. Desde a adolescência o negócio dele era evitar gols. E começou a mostrar que sabia fazer isso bem feito nas divisões de base do XV, em 1977, um ano depois de o XV reconquistar um lugar na divisão de elite do futebol paulista. No ano seguinte estava no elenco profissional, levado pelo técnico Otacílio Pires de Camargo, o Cilinho. Tinha 16 anos de idade quando virou titular. Era o dono da camisa 1. “A responsabilidade era muito grande, mas minha vontade de jogar e ajudar o XV era maior ainda e superava tudo isso”, relembra Marolla. Ele ganhou logo a confiança do treinador e da torcida, antes temerosa por ver um moleque defendendo o gol de um clube de tanta tradição. A pressão dos torcedores era grande. Ele resistiu. Suas defesas chamaram a atenção de dirigentes de grandes clubes do Estado. Em 1980 foi vendido para o Santos FC, ficando no clube do litoral até 1985.
Seleção - Nesse período foi convocado para a Seleção Brasileira. Em 1981, disputou as Eliminatórias da Copa do Mundo de 1982 como reserva de Valdir Peres. Antes, porém, passou pelas categorias menores da seleção - sub-15, sub-17 e sub-20. Sempre como titular. Foi nesta época, em 1980, que disputou um tradicional torneio internacional, o de Toulon, e sagrou-se campeão com a seleção de novos. No time dele estavam jogadores como Luis Cláudio, Édson Boaro, Dudu, Mozer, João Luis, Robertinho, Cristóvão, Baltazar, Mário e João Paulo. Do Santos foi para o Atlético-PR, por onde ficou por cinco anos, até 1990. Atuou ainda pelo Criciúma (1991), Botafogo de Ribeirão (1992) e Paulista de Jundiaí (1993 a 1995), ocasião em que encerrou a carreira. “Poderia continuar e ter jogado muito mais, mas o fator família, o desejo de estar mais perto, pesou. E aí tomei a decisão de parar.”
Técnico - Após abandonar as luvas, Marolla iniciou um novo trabalho, o de treinador de futebol. A primeira experiência foi no próprio XV de Jaú, sendo auxiliar-técnico de Wilson Mano de 1999 a 2000. Ao mesmo tempo acumulou a função de treinador da escolinha do Galo e do Galinho. Em 2001, Marolla foi treinador das equipes de base do Mogi Mirim. No mesmo ano ele começou a ensinar futebol a garotos de Jaú em uma escolinha de futebol. Deu aulas em vários locais, como Clube América, Jardim Brasília, Jahu Clube, Vila Nova/Jardim Maria Luiza, Paulicéia, XV de Jaú e até em Mineiros do Tietê. Hoje, Marolla divide seu tempo de diretor do XV com o trabalho na escolinha de futebol do Rachão Sports Bar. Ele trabalha ainda no Hospital Amaral Carvalho, onde é chefe de segurança. “Estou feliz e quero, com a graça de Deus, continuar todo esse trabalho.”
Pênaltis - Marolla diz ainda que tem no currículo o título de recordista brasileiro em defender pênaltis. Em 1988, a CBF elaborava um ranking para saber qual o goleiro que mais defendia penalidades. Marolla conta que em 44 cobranças, ele defendeu 17. Chegou a receber o Prêmio Bola de Ouro da revista Placar. Depois, a CBF parou de fazer as estatísticas. Em agosto de 2006, Marolla e uma série de ex-jogadores santistas foram homenageados pelo clube. Os jogadores tiveram seus nomes imortalizados nos camarotes, que foram restaurados e ganharam denominação em homenagem aos craques que passaram pela Vila Belmiro. (Colaborou: José Roberto Soares)
Comércio – Como você recebeu esse convite do José Construtor para trabalhar na diretoria de futebol do XV, ao lado do Alfinete, e ajudar o técnico Wilson Mano? Marolla – Recebi com muita alegria, mesmo sendo para colaborar com o XV. Tecnicamente o clube está entregue em boas mãos, para pessoas que começaram a carreira no XV, jogaram no clube e podem ajudar o Galo.
Comércio - Você se sente um jogador profissional realizado? Marolla - Sim, com certeza. Com muita humildade, respeito, determinação e trabalho eu já era goleiro principal do XV em 1978. Na seqüência, cheguei ao Santos FC e à Seleção Brasileira. Só o fato de ser goleiro titular do XV é uma honra. Além disso, tive a felicidade de passar por tantos clubes, como Santos, Atlético-PR e até mesmo a Seleção.
Comércio - Quais suas principais conquistas como goleiro? Marolla - Foram várias, graças a Deus. Lembro dos títulos nas categorias sub-15, sub-17 e sub-20 com a Seleção Brasileira. Fui vice-campeão paulista em 1980 com o Santos. Em 1983, vice-campeão brasileiro. Em 1984, campeão paulista com o Santos. Nos anos de 1985, 1988 e 1990 fui campeão paranaense, defendendo o Atlético. Em 1991, fui campeão da Copa do Brasil pelo Criciúma/SC. Em 1992, campeão da primeira divisão de Goiás com o Goiatuba. Em 1995, campeão paulista da Série A-2, no Paulista de Jundiaí.
Comércio - Qual é o melhor goleiro da atualidade? Marolla - O Marcos, do Palmeiras. É experiente, sabe muito, tem muita tranqüilidade e personalidade. Além de um profissio-nal na parte técnica é uma pessoa de muita confiança, credibilidade e, acima de tudo, tem caráter. É um líder em campo e atleta exemplar. Eu fico mais feliz ainda porque ele é meu amigo particular. Tenho muita amizade com ele.
Comércio - E o melhor técnico com quem você trabalhou? Marolla - Sempre tive bons treinadores, felizmente, e aprendi muito. Mas meu melhor treinador foi, sem sombra de dúvida, o professor Cilinho.
Comércio – O que marca mais entre suas conquistas como goleiro? Marolla - Como já falei, foram várias, mas guardo com muita recordação a Bola de Ouro da revista Placar. Recebi essa Bola de Ouro como melhor goleiro do País quando jogava pelo Santos. Recebi a homenagem das mãos do ex-goleiro Gilmar, após uma partida entre Santos e Corinthians.
Comércio - Teve alguma contusão em sua carreira de goleiro? Marolla - Séria mesmo nenhuma, felizmente. Tive algumas, mas nenhuma com gravidade.
Comércio – Você trabalha no XV como diretor de futebol. Almeja algo mais? Pensa em ser treinador de futebol profissional? Marolla - Já tive essa oportunidade no próprio XV, mas enfrentamos algumas dificuldades para implantar nosso trabalho na ocasião. Com minha experiência, além do aprendizado do dia-a-dia, tenho sim vontade e condição de entrar em definitivo para a carreira de treinador. Eu tenho essa oportunidade, mesmo porque o XV é um caminho muito bom. Tem muita gente nesse meio que não entende nada de futebol.
Comércio - Ex-goleiro, treinador e atual diretor de futebol... Afinal, qual é sua formação? Marolla – Sou formado em educação física, na Fefis, em Santos (Faculdade de Educação Física de Santos).
Comércio - Algum jogo em especial marcou sua vida? Marolla - Bom, na verdade foram vários. Mas não dá para esquecer aquela vitória do XV de Jaú diante do Corinthians, por 1 a 0, em pleno Pacaembu, em uma noite de quarta-feira, em 1978. Ganhamos lá por 1 a 0, com gol do atacante Miro. Eles não acreditavam naquilo.
Comércio - Alguma decepção durante a carreira? Marolla - O futebol tem alegrias e tristezas. Minha maior decepção foi em 1983, na final do Campeonato Brasileiro, quando jogava pelo Santos e perdemos o segundo jogo da final, para o Flamengo, por 3 a 0, no Rio de Janeiro, no Maracanã. Em Santos, no primeiro confronto, a gente ganhou por 2 a 1.
Comércio - Alguma cu-riosidade a destacar nesse tempo todo? Marolla - Aconteceram sim. Uma que não esqueço e jamais poderia esquecer, pois fui o único goleiro a sofrer um gol do árbitro da partida. Foi em 1983, no Morumbi, jogando pelo Santos, contra o Palmeiras. O jogo estava 2 a 1 para a gente e, nos minutos finais, o Jorginho chutou a bola, ela bateu no juiz e foi para o fundo das redes. O árbitro José de Assis Aragão deu o gol e a partida acabou 2 a 2.
Comércio - Voltando a falar do XV, como está a montagem do time para 2009? Marolla - Na medida do possível e dentro da condição financeira estipulada pela diretoria, a gente vem procurando montar um time competitivo. Tenho certeza de que, com muito trabalho e dedicação, poderemos fazer um bom campeonato. Trabalho, empenho e dedicação não vão faltar dentro e fora de campo.
Comércio - Qual seu time do coração? Marolla - Com certeza o XV de Jaú.
Comércio - Qual mensagem deixa ao torcedor do XV, que espera pela estréia na Série A-3 com entusiasmo? Marolla - Minha vontade e a de todos os torcedores do XV é ver um time forte e competitivo, buscando o objetivo, que é lutar pelo acesso novamente para a Série A-2. Temos de acreditar, ter muita confiança e apoiar a equipe do começo ao fim. O apoio de torcedores, empresários, imprensa e outros segmentos da cidade é muito importante, pois o XV é de todos nós. (PCG e José Roberto Soares)
Escrito por Paulo César Grange (PC) às 09h06
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XV fecha 1ª etapa da pré-temporada na Barra
A primeira etapa da pré-temporada do XV de Jaú que se prepara para a Série A-3 termina hoje, em Barra Bonita. O time faz um jogo-treino contra o Clube Atlético Botafogo, às 10h, no Estádio Municipal Vicente Zenaro Manin. É a última chance no ano para a comissão técnica analisar os atletas que estão em teste e ver o potencial daqueles que foram contratados. Depois desse amistoso de hoje, o elenco do XV ganha folga e só retorna aos trabalhos no dia 5 de janeiro. A estréia no Campeonato Paulista da Série A-3 será no dia 1º de fevereiro, às 10h, em Itapira, contra o Itapirense. É o segundo jogo-treino do XV com jogadores contratados - semana passada, o XV jogou no Caiçara e em Mineiros do Tietê, mas o técnico Wilson Mano escalou apenas atletas em teste no clube. Em janeiro, os amistosos serão contra times profissionais, como o Linense (dia 14, em Lins). O primeiro jogo-treino foi na noite de sexta-feira, em Bariri, diante de uma seleção amadora local. O jogo foi festivo, uma vez que teve ainda o confronto entre os másters do XV e de Bariri na solenidade de inauguração dos refletores do estádio municipal. "É mais uma oportunidade para ver melhor nossos jogadores e começar a montar o time para a estréia. Vamos analisar jogador por jogador e posição por posição. Ainda não tem nada definido. A meta é ter uma base após os jogos amistosos em janeiro", disse o treinador Wilson Mano. A equipe provável para começar o jogo-treino de hoje é esta: Yuri; Edinho, Polaco, Vinícius e Jorginho; Tobias, Fernando Amaral, Diego Paulista e Cristian; Fumaça e Ricardo Soares. Pelo menos esse time era o que jogaria sexta-feira à noite em Bariri.
Escrito por Paulo César Grange (PC) às 16h50
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Top 16 é de Jaú e Piracicaba conquista o Troféu Eficiência
Na última etapa da Liga Paulista de Tênis de Mesa, a equipe de Jaú bateu Piracicaba, mas não foi o suficiente para conquistar o Troféu Eficiência, que é dado à equipe que mais pontuou ao longo do ano. O "Top 16", realizado sábado, em Piracicaba, teve vitória jauense, que fez 24.478 pontos, contra 21.292 dos piracicabanos e 17.180 de Santa Bárbara d'Oeste. Esse torneio é especial, uma vez que participam dele somente os 16 melhores colocados de cada categoria e rating. Além disso, tem pontuação dobrada, segundo informações da técnica de Jaú, Daniela Bassi, que é auxiliada por Gláucia Dyonísio. Para Gláucia, o fato de perder o título geral não abateu a equipe, uma vez que era previsível, tendo em vista que Piracicaba formou uma equipe com três clubes da cidade e sempre compete com grande número de mesa-tenistas. Às vezes, até com o dobro de atletas. "Nossa equipe é guerreira e campeã", diz a assistente da equipe, destacando que Jaú perdeu o Troféu Eficiência por apenas 2 mil pontos - cerca de 1,5% de diferença. Piracicaba somou ao longo do ano 152.583 pontos, contra 150.010 de Jaú e 116.595 de Santa Bárbara, a terceira colocada. "Nós levamos 31 atletas com o auxílio, sempre muito importante e presente, dos pais. Eles cederam os carros para outros atletas poderem participar e, assim, nossa equipe sempre está unida. Unida mesmo. Fomos com 11 carros", revela Gláucia, citando que também tem apoio da Secretaria de Esportes de Jaú. E completa: "Como posso não achar nossa equipe realmente merecedora desse Troféu Eficiência? Nós é quem fomos 'eficientes' o ano todo. Deixamos de participar de algumas etapas e em outras fomos apenas com parte de nossa equipe. E ainda assim ficamos em segundo com uma diferença muito pequena".

Escrito por Paulo César Grange (PC) às 16h48
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Liga Jauense prevê Amador Regional com 12 equipes
A Liga Jauense de Futebol definiu sua programação para o primeiro campeonato do ano que vem, o Campeonato Amador Regional. Data de Conselho Arbitral, data de entrega de fichas e previsão de início da disputa foram anunciadas ontem pela entidade. A proposta é envolver 12 clubes da região, a partir de março. A reunião do Conselho Arbitral será no dia 27 de janeiro, quando os dirigentes das equipes participantes serão informados de regulamento e assuntos pertinentes ao campeonato. Os clubes terão até o dia 16 de fevereiro para entregar as fichas dos atletas devidamente preenchidas na secretaria da Liga Jauense. Os diretores dos times da região interessados em disputar o Amador Regional poderão fazer a inscrição até a data do Conselho Arbitral. De acordo com o secretário da Liga, Rodrigo Luiz Paulino, as equipes previamente inscritas são Ribeirão Bonito, Boa Esperança do Sul, CA Brotense, Unidos de Boracéia, Bocaina FC, AA Itapuí, AD/Douradense, Grêmio Igaraçu do Tietê, CA Torrinhense, CA Botafogo/Barra Bonita, AA Corda Bamba/Bocaina e EC Ibitinga. O campeão regional de 2008 foi a Associação Atlante Boracéia, que derrotou na final o Corda Bamba/Bocaina. Informações: (14) 3624-8917 ou 9776-2344.
Paulista
Ainda com relação à Liga Jauense, os diretores aguardam o jogo que vai fechar a primeira fase do grupo 4 do Campeonato Paulista de Futebol Amador de Seleções de Ligas Municipais. O time jauense jogou duas vezes, fez quatro pontos e aguarda o confronto entre Rio Claro e Itu, às 16h de amanhã, para saber se ficará com a vaga para a segunda fase. Rio Claro não pontuou e Itu tem um ponto ganho. Só o campeão de cada chave passa de fase. Outros times, entre todos os participantes, vão concorrer a duas vagas por índice técnico. No elenco da seleção jauense estão os jogadores Vinícius, Lucas e Coutinho (goleiros), Titão, Raul, Furla, Thiago, Carraro, Pelé, Zé Toledo, Pedrinha, Pavão, Robson, André, Fernando, Marcelo, Cláudio, Cleitinho, Johnatan e Juninho Alceu. A comissão técnica é formada pela dupla Rodrigo Luiz Paulino e Sandro Rogério Teixeira.
Escrito por Paulo César Grange (PC) às 16h32
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Mano antecipa cortes e leva todos a jogo-treino em Bariri
O que estava previsto em termos de avaliação de jogadores foi deixado de lado pela comissão técnica, que resolveu antecipar as dispensas de quem estava em teste no clube. Pelo menos 16 foram dispensados esta semana. Alguns ainda permanecem no grupo e têm mais uma chance hoje e domingo, nos dois jogos-treino que encerram a primeira fase da pré-temporada do XV de Jaú, preparando-se para a Série A-3. Assim, o técnico Wilson Mano decidiu levar para Bariri, hoje à noite, todos os atletas do elenco, incluindo os de contratado assinado, que só seriam "apresentados" à bola no ano que vem. Mano diz que não será bem um jogo-treino diante da seleção baririense, mas sim um coletivo. O confronto será às 21h e faz parte das festividades da prefeitura de Bariri para inauguração dos refletores do Estádio Municipal Farid Jorge Resegue (Faridão). A delegação quinzista segue viagem às 19h30. "Vamos aproveitar a oportunidade e fazer um coletivo. O objetivo é começar a avaliar os jogadores contratados e dar início à montagem de uma provável equipe titular. O resultado não é relevante, mas sim para ter uma noção de cada jogador e a definição das posições", falou o treinador.
Mais um
Os atletas serão liberados no domingo para as festas de fim de ano. Mas só depois do jogo-treino em Barra Bonita, diante do CA Botafogo, às 10h, no Estádio Vicente Zenaro Manin. De acordo com Wilson Mano, os jogadores de outros Estados já compraram passagens para domingo para voltar para suas cidades. "Eles serão liberados para passar com a família as festas de fim de ano, mas o preparador físico Maurício Matar passou uma programação de treino individual para cada um, além de sugerir uma alimentação mais light (balanceada)", justifica o treinador. Na opinião dele, essa pausa não vai atrapalhar a preparação. "Vamos reiniciar o trabalho no dia 5 com treinos diários, treinando a parte física e com bola nos coletivos e em jogos amistosos." O objetivo da comissão técnica do XV é fazer de três a quatro jogos-treino até a estréia, marcada para o dia 1º de fevereiro, às 10h, em Itapira, contra o Itapirense. Um amistoso já está definido. Será no dia 14 de janeiro, em Lins, contra o Linense (Série A-2). O XV negocia ainda amistosos contra Mirassol e Ferroviária.
Escrito por Paulo César Grange (PC) às 16h29
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