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DeBate_Bola - Número 82 Presidência do Galo Anuncia-se como consenso José Construtor como candidato único (até agora) à presidência do XV. Mas, nos bastidores, percebe-se que não é bem assim. O nome dele foi aceito por todos na reunião decisiva, mas há resistências. Há quem considera o empresário dono de “arrogância” que pode prejudicá-lo na hora de juntar forças pró-XV. Técnico para 2009 O time do XV de Jaú para disputar a Série A-3 de 2009 ainda nem existe. Mas tem comentarista descendo o porrete por aí. Antes de tudo é preciso contratar um técnico. Quem seria o treinador mais indicado? Um profissional experiente e que possa assumir a missão de levar o XV ao acesso? Ou alguém da cidade? Lista de treinadores Caso o presidente a ser eleito queira arriscar mais e pagar menos, deverá adotar uma solução caseira. Aí surgem os nomes de Níveo, Chiva, Marolla, Doriva, Alfinete... O argumento de que o técnico precisa “gostar” do XV não é suficiente. Se fosse, o Neu Stripari e o Magon, que cuida do Jauzão, seriam imbatíveis. Edson Só na lista Em pesquisa realiza por torcedores do Galo no site Orkut-– comunidade XV de Jaú -, o preferido tem sido Edson Só. Aquele mesmo que veio para o fim da A-3 de 2005 e fracassou na tentativa de subir ao perder em casa para o Rio Claro. Ele tem 50% dos votos. O recado da torcida é claro: quer um treinador gabaritado. Ajuda a conta gotas Começa na cidade movimento entre torcedores para criar camisa que expresse o amor ao Galo. A idéia é criar um slogan forte na linha do corintiano “nunca vou te abandonar”. A renda seria em benefício do clube. A iniciativa é válida, mas não resolve o “buraco” do XV. O sócio-torcedor tinha o mesmo objetivo. Hoje, só 20 pagam a mensalidade. Tabela pra quê? Dois times da terceirona do futsal jauense deram WO segunda-feira. Consta que culparam o Comércio pela publicação errada da tabela. Ou esses dirigentes são relapsos e não olham o regulamento que têm em mãos, ou foram enganados pela Secretaria de Esportes de Jaú, que costuma alterar as tabelas com freqüência. Jaú x Bauru Na disputa entre Jaú e Bauru, os bauruenses saíram atrás quando o assunto é torneio de tênis internacional. Só agora, de 17 a 23 de novembro, Bauru vai receber seu primeiro Future. Vai pagar US$ 10 mil em prêmios. Jaú organizou seu Future em agosto, no Caiçara, recebeu nota máxima da ITF e pagou mais: US$ 15 mil. Uma do Borgo O vereador José Carlos Borgo está nos últimos dias do seu sexto mandato seguido. Nos últimos anos, transitou pela Secretaria de Esportes, apitou na Liga Jauense de Futebol... Agora, pede a lista das pessoas com cargo de comissão da Prefeitura. Será que está à procura de algum amigo perdido? Liga do prejuízo Até hoje a Liga Jauense de Futebol não sabe quando vai estrear no prometido Campeonato de Ligas Amadoras do Estado. A FPF adiou várias vezes seu início. A Liga está no prejuízo, pois comprou uniforme, formou seleção regional e realizou amistosos. Tudo em vão. A tendência é o campeonato ser suspenso. Melhor assim. Série A-B-C O Santo André, quem diria, rival do Galo no primeiro semestre deste ano na Série A-2 do Paulista deve terminar 2008 com dois acessos. Vai para a elite do Paulistão no ano que vem e pode disputar a Série A do Brasileirão. Nada mal. E pensar que o XV vai ter de sonhar com um mero acesso à “segundona” do estadual. “Perdemos muitas chances e tivemos problemas de confiabilidade e já que o campeonato será decidido no Brasil, esperamos marcar de pênalti no último minuto” (Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari) Escrito por Paulo César Grange (PC) às 13h28
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José Construtor deve divulgar hoje componentes de sua chapa
João Brandão recua e agora torce a favor O diretor João Brandão, que coordenou as reuniões em busca do consenso em torno da chapa única para a presidência do XV, disse que teve de recuar na proposta de formar uma chapa com dirigentes atuais do Galo, tendo José Construtor como mais um integrante do grupo a favor do clube. Escrito por Paulo César Grange (PC) às 13h26
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Basquete de Jaú vai ter de fazer jogo extra
Teve uma vitória para cada lado na decisão do Campeonato da Associação Regional de Basquetebol de Ribeirão Preto (www.arbrp.esp.br). Jaú jogou sábado em Matão e perdeu para a equipe local por 92 a 66. No domingo, em casa, os jauenses venceram, mas sem empolgar: 84 a 81. Assim, será necessário o jogo extra para apontar a equipe campeã. Em Matão, na tarde de sábado passado, o primeiro jogo da decisão teve casa cheia de matonenses para ver o time local derrotar Jaú por 26 pontos de diferença. O cestinha jauense e do jogo foi o ala Diógenes, com 26 pontos. O atleta de 19 anos é uma das revelações das equipes de base de Jaú. Também pontuaram Juliano, Jonatas Banana, Marcelinho, Rodrigo Madeira, Jeferson e Alan. Nesse jogo, o técnico Paulo Mina disse que colocou em quadra apenas jogadores sub-21. O trio experiente formado por Serginho, Márcio McLaren e Ramon não viajou para Matão por questão de trabalho. As equipes voltaram a se enfrentar na tarde de domingo, no Ginásio de Esportes Dr. Neves. Desta vez, Jaú venceu, mas não foi fácil, uma vez que só obteve três pontos de vantagem: 84 a 81. Outra vez o cestinha foi Diógenes. Outros pontuadores jauenses: Marcelinho, Serginho, Juliano, Jeferson e Rodrigo Madeira. Nesse confronto o quinteto de Jaú saiu jogando com Marcelinho, Diógenes, Juliano, Serginho e Jeferson. “Tentamos fazer um bom jogo em Matão e decidir em casa, com mais tranqüilidade, e evitar o terceiro duelo. Infelizmente, não nos apresentamos bem lá. Aqui jogamos na raça e lutamos pela vitória até o fim. Agora é treinar e trabalhar bastante, acertando o time e corrigindo os erros. Com calma e atuando em casa, temos tudo para conquistar a vitória e consolidar o título”, falou Paulo Mina. O treinador jauense destacou o grande apoio da torcida em Matão – os matonenses incentivaram a equipe local o tempo todo. Em Jaú, no segundo jogo da final, a torcida compareceu em pequeno número. “Precisamos também contar com o apoio em massa dos jauenses”, pediu Mina. No time de Matão tem dois ex-jogadores de Jaú, Fabiano e Tiquinho, além de um jogador que defendeu o Uniara/Araraquara, Diego. O jogo extra e que vai apontar o time campeão da Liga de Ribeirão será às 18h de sábado, no Dr. Neves. Escrito por Paulo César Grange (PC) às 22h36
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Zé Construtor se apresenta e lidera chapa para presidir XV
José Construtor deixou a reunião de ontem empolgado com a aprovação unânime ao seu nome. Ele diz que compareceu ao encontro de diretores e conselheiros do XV com chapa pronta e disposto a concorrer com a chapa da situação, que tinha sugerido o nome de Lolo como candidato. Não foi preciso bater de frente. Escrito por Paulo César Grange (PC) às 22h35
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Corrida maravilhosa, por Pedro Fiorelli Faltando menos de 20 minutos para uma hora da manhã, uma Sprinter branca pára em frente do estacionamento do Jaú Shopping. A bordo da van, um grupo de 13 atletas me deseja bom dia. Por alguns instantes, o motorista desliga o motor Mercedes e, em seguida, abre o porta-malas para acomodar minha bagagem de mão. Antes de rumarmos em direção à capital fluminense, sabíamos que a viagem de 800 quilômetros, utilizando as rodovias Jaú-Itirapina, Washington Luiz, Bandeirantes, D. Pedro I e Dutra, seria um pouco cansativa e desconfortável. Depois de nove horas sacolejando de um lado para o outro, avistamos o Rio de Janeiro, evidenciado por belezas naturais e também pela miséria dos morros. Mesmo assim, o Rio de Janeiro continua lindo. Na Rua do Rezende, local da pousada, o sábado na Lapa era de feira. Uns gritavam de um lado, outros berravam de outro. Devidamente alojado no meu quarto, pude, então, espichar as pernas “travadas” pela viagem. Caminhei por cerca de 20 minutos nas redondezas do hotel à procura de um lanche natural, uma vez que a hora do almoço havia passado. Depois de conhecer um pouco do tradicional bairro carioca, retornei ao hotel a fim de verificar o kit da 12ª Meia-Maratona do Rio, devidamente guardado no meu quarto. Em uma sacola plástica havia o numeral de peito, o chip de cronometragem colado por dentro, a camiseta alusiva do evento, folhetos e sachês com café instantâneo. A corrida - Na manhã de domingo, milhares de atletas amadores e profissionais se aglomeraram na Praia de São Conrado, esperando percorrer os 21,097 km sem cometer erros. Na hora da largada, às 9h15, o dia estava bonito, apesar da grande umidade e do calor. Uma autêntica manhã carioca. E lá estava eu, fazendo a terceira meia-maratona da vida, orgulhoso e, ao mesmo tempo, consciente das minhas condições físicas como esportista amador. A expectativa dos 15 mil corredores estava no ar. A Meia-Maratona do Rio de Janeiro é uma das provas mais desejadas pelos corredores de rua. Quem corre há certo tempo tem em mente que percorrerá o trajeto ao menos uma vez na vida, porque os 21 km cariocas correspondem ao status de correr uma São Silvestre para os paulistanos e à Volta da Pampulha para os mineiros. Por mais que estivesse preparado para os 21 km, naquela hora havia dois fatores cruciais: a competição e a adrenalina. Recordei do “friozinho” na barriga, dos olhos “esbugalhados” e da “tremedeira” antes da corneta tocar. O locutor da prova recomendou que largássemos de forma tranqüila. Na subida da Avenida Niemeyer, onde começava a prova, não quis nem saber. Fui logo “rasgando” os primeiros 2 quilômetros de subida pedindo licença para as damas e “empurrando” aquela cambada de marmanjos. Foi um barato. O tempo foi passando e o calor aumentando. Na Avenida Atlântica, em frente da Copacabana, depois de percorrer 10 quilômetros em 49 minutos, o termômetro digital marcava 30ºC. Ao meu lado vi um corredor mais jovem do que eu desfalecer, reclamando do calor e dores. A partir daí, na saída do túnel, no km 12, meu relógio digital marcava uma hora de corrida. O calor estava insuportável. Acalmei a mente para percorrer os quilômetros finais, caso contrário seria o próximo candidato a quebrar na prova. Apesar da cautela, senti que tinha energias para terminar a prova inteiro. Não tive dúvidas. Depois de ingerir o segundo gel de carboidrato, sem desgrudar os olhos da prova e dos competidores que deixava para trás, procurei dar uma olhadela nos torcedores fanáticos, aglomerados nas calçadas das praias de Botafogo, Flamengo e Glória. Os aplausos me animaram. No km 18, percebi que tinha a prova na mão, aliás, nos pés. Comecei a administrar as passadas avistando a chegada que aumentava de tamanho, igualmente proporcional a minha emoção. No Aterro do Flamengo, cruzei a linha de chegada da mesma forma que a final da Maratona de Revezamento Pão de Açúcar, em São Paulo, feliz, porém encharcado com a mesma frase: - Obrigado, meu Deus. Consegui mais uma. Obrigado! Pedro Fiorelli é jornalista e corredor amador Escrito por Paulo César Grange (PC) às 21h34
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Vigia e sorveteiro passa a integrar grupo de corredores
O grupo de adeptos do pedestrianismo em Jaú ganhou mais um reforço nos últimos meses. É Alberto Ramos, um vigia florestal e sorveteiro que mora do bairro de Pouso Alegre e que começa a participar de provas de rua representando a cidade. Não se trata de um atleta excepcional, mas de alguém que faz do esporte um meio de ter qualidade de vida. Há poucos meses em Jaú, vindo de Bauru, Alberto Ramos tentou obter uma vaga na equipe oficial da Secretaria de Esportes de Jaú para a Corrida Internacional de São Silvestre. Não conseguiu. Mas não se desanimou. No dia seguinte fez sua inscrição na tradicional prova por conta própria, bancando a taxa de R$ 70 com apoio de amigos. Ramos correu na Corrida da Primavera, realizada no fim de setembro, do Jardim Padre Augusto Sani até o Distrito de Potunduva. Foi o quinto colocado na categoria 50/60 anos na sua “estréia” em provas na cidade. O corredor disse que sempre participou de provas pedestres quando morava em Bauru, cidade em que são realizadas várias corridas anualmente. E é para Bauru que Alberto Ramos vai hoje. Ele participa da etapa daquela cidade do Circuito de Corrida e Caminhada da Longevidade, promovido pelo Bradesco. A largada será às 8h15, do Parque Vitória Régia, percorrendo a Avenida Nações Unidas. Atletas de ponta devem participar, incluindo quenianos que moram no Brasil – a premiação chega a R$ 5 mil para o ganhador. Alberto Ramos divide seu tempo de vigia da Secretaria Estadual do Meio Ambiente com a venda de sorvete e os treinos de atleta amador. Semana passada, treinou todos os dias no Parque do Rio Jaú. Disse que também é um bom corredor de costas, hábito que desenvolveu como brincadeira. Para correr e pagar as inscrições e viagens, ele costuma contar com patrocínio. Agora, por exemplo, está correndo com ajuda da loja de hip-hop 50 Mil Manos e do comerciante Jair Pessoto, do bar da Associação de Moradores do Pouso Alegre. Ele também já fez inscrição para a Corrida Pedestre Corta Mato, que será realizada no dia 26, em Bauru, no Clube de Campo da Associação Luso.
CJU O grupo Corredores Jauenses Unidos terá dois atletas na Corrida da Longevidade em Bauru, que terá 6 quilômetros. Seguem para lá hoje Roberto Sangerotti, o Betão, e Reinaldo Pereira Leite. “Como sempre, temos metas traçadas e o objetivo é findar a corrida em um tempo inferior a 25 minutos, o que nos colocaria em boa posição na listagem final. Terminar inteiros com a sensação do dever cumprido é o que para nós realmente importa”, disse Betão. Escrito por Paulo César Grange (PC) às 21h33
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Hamilton vence, e decisão será em Interlagos Deu Hamilton na China e acho que vai dar Hamilton campeão da temporada na F-1. Massa pode até ganhar no Brasil e precisa mesmo. Está sete pontos atrás do inglês. O brasileiro só leva o título se descontar esse caminhão de pontos. Isso significa praticamente Hamilton se ferrar. Com Massa em primerio, basta um quinto lugar para Hamilton ser campeão. Desta vez acho que ele não perde o título como no ano passado. A diferença é a mesma que ele tinha para Raikkonen, o campeão do ano passado. O detalhe é em 2007 o companheiro era Fernando Alonso, que lutava pelo título. Ambos se atrapalharam e Raikkonen papou. Na maior zebra que vi em mais de 20 anos de F-1. Agora, Hamilton está vacinado, tem um companheiro (Kovalainen) que não assusta ninguém e vai correr numa posição confortável. Basta terminar entre os cinco. ABaixo, o relado do site www.grandepremio.com.br, que tem tudo e mais um pouco de F-1.
Fotos: AP e EFE FRANCISCO LUZ de Novo Hamburgo Lewis Hamilton tratou de mostrar que não quer repetir 2007. O inglês foi amplamente soberano no GP da China deste domingo (19) e colocou uma mão na taça, já que abriu sete pontos de vantagem sobre Felipe Massa, que chegou em segundo. O brasileiro só conseguiu a colocação atrás de Hamilton pelo jogo de equipe da Ferrari, que obrigou Kimi Raikkonen a ceder a posição. O finlandês completou o pódio de uma corrida extremamente monótona. Quem vai ser campeão em 2008? Vote aquiAs pouquíssimas emoções se restringiram à largada — e nem mesmo aos protagonistas do Mundial, nem a Raikkonen. Os três primeiros começaram de maneira tranqüila, enquanto Heikki Kovalainen e Fernando Alonso disputaram o quarto posto. Primeiro, o nórdico levou a melhor, mas o bicampeão fez uma bela ultrapassagem na longa reta e retomou seu lugar de início. Também no começo, o azarado Sébastien Bourdais, que largou em nono, tocou em Jarno Trulli, e arruinou a corrida de ambos. O francês ficou para trás, terminando apenas em 13º, enquanto o piloto da Toyota abandonou nos boxes, depois de tentar voltar à pista. ![]() Assim começou, e assim quase terminou: prova teve poucas emoções A dupla da BMW Sauber foi a única a ganhar posições no pelotão de frente. Tanto Nick Heidfeld, que começou em nono, como Robert Kubica, 11º, se aproveitaram da largada para aparecerem um pouco mais à frente, com o alemão em sexto e o polonês em nono. Depois disso, quase nada aconteceu. As cinco primeiras posições continuaram as mesmas após a série de paradas nos boxes — que começou com Mark Webber, na 12ª passagem, e viu os líderes fazendo os pit-stops a partir da 15ª. A monotonia era tanta que até mesmo o operador de dados da FIA se confundiu. Na 30ª volta, o placar com as posições da transmissão de televisão apareceu mostrando o resultado do 16º giro, com Kovalainen na frente. Algo irrelevante, mas que mereceu destaque pela completa falta de aspectos interessantes do GP. Que, a rigor, se restringiram a Kovalainen, mesmo. Depois da largada, o finlandês se manteve em quinto até a 35ª volta. De repente, seu pneu dianteiro direito furou, longe ainda dos boxes, e o piloto teve problemas para chegar até lá. Com a prova arruinada, Heikki deixou a prova no fim — o terceiro a não completar a corrida, já que Adrian Sutil também abandonou, no 15º giro. Com a segunda série de paradas completa, e sem novas mudanças, só restava ver qual seria a atitude da Ferrari, que via Raikkonen à frente de Massa. E o jogo de equipe prevaleceu: pouco a pouco, o brasileiro foi diminuindo a vantagem para o colega de time, até que consumou a ultrapassagem restando seis voltas para o final, com uma manobra segura no fim do retão. Hamilton dedica triunfo ao trabalho da equipe Depois da China, Massa sonha com São Paulo "Trabalhei para a equipe", destaca Raikkonen McLaren elogia conduta de Hamilton na prova Aí, só restava esperar o final. Hamilton chegou em primeiro com quase 15 segundos de vantagem sobre Felipe, e completou o final de semana perfeito: pole, vitória e melhor volta. Algo que mereceu elogios da McLaren, via rádio, com uma mensagem curiosa: "Parabéns pela corrida disciplinada."Além disso, o inglês abriu sete pontos de vantagem, e ser quinto para levar a taça. Ao brasileiro, resta abrir os mesmos sete pontos que hoje o afastam de Lewis. Uma vitória e um sexto lugar do britânico, ou uma segunda posição com Lewis em oitavo, garantiria o título em casa pelos critérios de desempate. Quem deu adeus à disputa foi Kubica. O polonês chegou apenas em sexto, atrás de Alonso e Heidfeld, e não tem mais chances matemáticas de título. Timo Glock e Nelsinho Piquet completaram a zona de pontos. Entre os construtores, a Ferrari abriu 11 pontos de distância para a McLaren. E quem pode comemorar é a Renault: com o quarto lugar de Alonso, os franceses confirmaram o quarto lugar no Mundial de equipes, à frente da Toyota. Agora, resta esperar pelo GP do Brasil, que definirá o campeão pela quarta vez consecutiva. A prova em Interlagos acontece no dia 2 de novembro. Final: ![]() Escrito por Paulo César Grange (PC) às 21h20
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