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DeBate_Bola Noite do Galo Está oficialmente marcada para o dia 14 de novembro a Noite do Galo, que vai celebrar o 83º aniversário do clube. A diretoria começa a vender as mesas para o jantar-dançante. Além de boa comida e música de qualidade, também haverá sorteio de prêmios. Um deles no valor de R$ 3 mil. Conta em dia A expectativa da diretoria é que a Noite do Galo atinja a previsão de 400 adesões – as mesas custam R$ 200 e o ingresso individual sai por R$ 50. Com a receita obtida, o objetivo é colocar em dia o pagamento de funcionários e atletas até novembro. Até agora ele só recebem pequenos vales. Técnico Poy Pode pintar no clube, em breve, cobrança relativa a suposta premiação que não teria sido paga ao ex-técnico José Poy. Pelo acesso à Série A-1 em 1995. Um membro da família do ex-treinador diz que o clube deve de 30 mil a 40 mil dólares. A diretoria garante que pagou tudo o que devia na época. Cidadão Poy José Poy, aliás, é cidadão jauense. A honraria foi concedida a ele em agosto de 1995. Como morreu em janeiro de 1996, nunca chegou a receber o título. Anos mais tarde, um vereador botou o título na mala e entregou pessoalmente à filha do ex-treinador do Galo. Justiça feita. Abertos Pelos resultados até agora dos Jogos Abertos, é provável que Jaú não consiga repetir em Praia Grande a campanha que fez em São Bernardo do Campo no ano passado. Foi o 25º colocado, com 23 pontos. Na primeira aparição no quadro de pontos, ontem, Jaú figurou apenas em 45º. Não compensa Os oito reforços oriundos de Santos (6), Macatuba (1) e Lençóis Paulista (1) não surtiram efeito na equipe de futsal de Jaú. Duas derrotas na primeira fase eliminaram os jauenses dos Jogos Abertos. A aposta em gente de fora, pelo visto, foi um tiro n’água da Secretaria de Esportes. Liga de todos Caso os interessados na Liga Jauense de Futebol oficializem suas candidaturas, a eleição do dia 30 teria cinco chapas. Um absurdo. Se há tanta gente boa interessada em defender o amador, por que não se unem para salvar a entidade que vaga por aí sem sede própria por mais de 60 anos? Liga pobre A Liga Jauense não tem verba nem para pagar aluguel. Até terça-feira ficará onde está, mas depois vai “morar” de favor na sede da Inspetoria Regional de Esportes e Recreação, órgão estadual que tem como diretor o atual presidente da Liga Jauense. A liga sexagenária merece mais respeito. Dr. do basquete O jogo cadenciado e os arremessos certeiros do dr. Gilberto vão fazer falta nos ginásios de esportes de Jaú. Vítima de acidente, o doutor era fã do esporte e não recusava convite para praticar seu hobby com os amigos. A comunidade dos basqueteiros está órfã. Um minuto de silêncio para ele... Festa do esporte A maior festa de premiação do esporte brasileiro será no dia 17 de dezembro, no Rio de Janeiro. Noite de gala para os esportistas. Em ano de Pan, atletas que disputaram os jogos devem puxar a fila das premiações. Serão 50 modalidades. Atletas estudantis também serão premiados. É este o caminho: valorizar o esporte das escolas e das universidades. “O Corinthians não contratou nenhuma pessoa para realizar qualquer tipo de trabalho extracampo” (Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, negando que o clube tenha contratado os serviços do pai-de-santo Robério de Ogum) Escrito por Paulo César Grange (PC) às 12h46
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Ranking da Fifa O Brasil subiu uma posição no ranking da FIFA, ultrapassando a Itália. A seguir, os 20 melhores. Quando será que o Brasil vai recuperar a ponta e deixar a Argentina para trás? Se é que vai. Com a resposta os blogueiros que nos visitam.
Os 20 melhores da Fifa: 1.º Argentina - 1.533 pontos 2.º Brasil - 1.459 3.º Itália - 1.387 4.º França - 1.271 5.º Alemanha - 1.245 6.º Espanha - 1.226 7.º Holanda - 1.207 8.º Portugal - 1.203 9.º República Checa - 1.174 10.º Croácia - 1.155 11.º Inglaterra - 1.137 12.º Romênia - 1.086 13.º Escócia - 1.049 14.º Grécia - 1.034 15.º México - 978 16.º Rússia - 960 17.º Uruguai - 900 18.º Estados Unidos - 886 19.º Nigéria - 841 20.º Polônia - 837 Escrito por Paulo César Grange (PC) às 12h44
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F-1: Deu Kimi Raikkonen Título é de Kimi e McLaren tem perda histórica Warm Up 21/10/2007 - 15:31 ![]() Kimi comemora vitória e título: azar de Hamilton, apatia de Alonso e ajuda de Massa garantiram êxito VICTOR MARTINS de Interlagos O clichê é inevitável: o que era praticamente impossível aconteceu. Kimi Raikkonen venceu o GP do Brasil e impôs à McLaren a grande derrota da história da F-1 neste domingo (21) em Interlagos. Uns vão alegar que se trata de justiça divina pelo que a McLaren não sofreu em virtude do caso de espionagem, da qual saiu, numa análise simples, ilesa. Discrente o fim de semana todo, lacônico por natureza, quase dando de ombros para as possibilidades de título, Raikkonen recebeu da Ferrari e de Felipe Massa o primeiro lugar na velha estratégia de troca de posição nos pits diante da situação que a corrida desvelou desde a primeira volta. E mostrou um Lewis Hamilton, tão consistente e a princípio tão maduro, tão próximo do título, errando logo no fim da reta oposta da primeira volta depois de ser ultrapassado por Fernando Alonso, caindo para a oitava posição. Massa, na largada, manteve-se na primeira posição e Raikkonen conseguiu superar Hamilton na linha limpa do traçado. Na sauna com calor acima do esperado em São Paulo, que chegou a 37 graus, a Ferrari fritou a McLaren. Foi abrindo larga vantagem para Alonso enquanto Hamilton buscava recuperação com certa afobação. Na sexta passagem, a McLaren foi ao desespero quando viu seu pupilo lento por um bom tempo. Meio minuto depois, aproximadamente, o MP4-22 voltou a funcionar normalmente, mas aí o inglês já havia despencado para 18º. Com Lewis fora de combate, a equipe inglesa voltou-se para Alonso. Que nem de longe andava no ritmo dos rivais vermelhos e passou a ser pressionado por Robert Kubica, com a BMW mais leve por uma parada a mais. O polonês até conseguiu no S do Senna, mas devolveu a posição ao espanhol ao ir para os pits. Lá atrás, Hamilton passava Ralf Schumacher, Takuma Sato, Anthony Davidson, Kazuki Nakajima e encontrou certa resistência com Sebastian Vettel. A McLaren, por sua vez, resolveu alterar a tática de paradas do blindado piloto: para que tentasse minimizar a desgraça, encurtou seus trechos de prova a fim de andar mais rápido. Não resolveu muito. O máximo a que Lewis acabou alcançando foi um sétimo posto, insuficiente ao que já se esperava, com razão, que a Ferrari faria, que era efetuar a troca de posições entre Massa e Raikkonen. Não foi à la Áustria 2002, na volta final. A escuderia italiana chamou Felipe na volta 50 para sua segunda troca de pneus e reabastecimento; três giros depois, Kimi, 24 segundos depois, adentrou os boxes, gastou menos de seis segundos e retornou à pista logo à frente do brasileiro. Raikkonen até abusou desnecessariamente, fazendo a melhor volta neste ínterim. E com a sexta vitória no ano e o cavalar desempenho da segunda metade da temporada, chegou a 110 pontos, um a mais que Hamilton e Alonso, vice e terceiro, respectivamente, por causa de um segundo lugar a mais do britânico do sorriso com diastema mais do que amarelo.No mais, o GP do Brasil mostrou o impetuoso Nico Rosberg superando nas voltas finais Kubica, que terminou logo à frente de Nick Heidfeld. E Jarno Trulli recolocou a Toyota na zona de pontos. Também teve Kazuki Nakajima se tocando com David Coulthard e fazendo um spare de mecânicos em sua parada — um deles saiu de maca para o ambulatório —, um Giancarlo Fisichella imprudente depois de sair da pista, surgindo diante de Sakon Yamamoto e provocando um acidente impressionante aos olhos, Heikki Kovalainen acertando a barreira de pneus com violência na saída da Curva do Sol e Adrian Sutil fazendo de Anthony Davidson uma parede no S do Senna, fato que rendeu um drive-through ao representante alemão da Spyker. A punição também foi aplicada a Rubens Barrichello, que queimou a largada. O martírio e o caos de temporada do brasileiro se foram na volta 41, quando o motor Honda explodiu na subida dos boxes. Com cara de choro, declarou: "Foi péssimo." A antítese do que foi o fim da temporada. E com o título de Kimi, um clichê pode ser bem criado e bem aplicado: inicia-se hoje na F-1 a "Era do Gelo". Final: ![]() ![]() Escrito por Paulo César Grange (PC) às 19h43
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